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Espaços para pets em condomínios

Conheça a tendência de locais adaptados para animais de estimação em condomínios de casas ou de apartamentos

 

Os animais de estimação têm conquistado um espaço cada vez maior nas famílias brasileiras. De acordo com uma pesquisa da Forbes, o Brasil é um dos países que mais gasta com produtos e infraestrutura para os bichinhos. E os condomínios residenciais já estão se adaptando a essa tendência, com a criação de espaços para lazer e até mesmo para banho de animais.

A estimativa é de que cerca de 50% dos lares brasileiros possuam algum animal de estimação – seja ele um cachorro, gato, peixe, hamster, etc. Com a pandemia, o número de pets no país aumentou em 30%, totalizando aproximadamente 150 milhões, segundo a pesquisa Radar Pet 2021.

Principalmente na área de lançamentos imobiliários, os empreendimentos já estão considerando essa realidade e incluindo áreas para passeio e entretenimento dos animais de estimação. No caso de prédios já existentes, há também aqueles que optam por criar seu espaço pet, mesmo quando o projeto inicial não contempla esse item.

 

 

O objetivo do espaço pet é facilitar a vida dos moradores, criando um local adequado, de convívio e diversão, para os bichinhos. Além da praticidade, o espaço permite ao morador descer com segurança para brincar ou passear com seu animal, em qualquer horário do dia.

Principalmente no caso de cachorros, o isolamento social provocado pela pandemia trouxe complicações, pois esses são animais que precisam sair para passear, para se manterem saudáveis. A alternativa, em alguns condomínios, foi abrir para os pets áreas originalmente dedicadas a outras finalidades, como playground ou estacionamento. Mas esse tipo de medida paliativa pode acabar gerando mais problemas do que soluções.

 

 

O ideal é que exista dentro do condomínio, seja ele de casas ou de apartamentos, uma área cercada, preferencialmente gramada ou com piso drenante (de fácil higiene), com a infraestrutura adequada pra receber os animais. Brinquedos para interação, como rampas e obstáculos, também são uma ótima pedida.

Os limites para utilização do espaço devem ser definidos em assembleia, com penalidades para os moradores que não cumprirem as regras. Além disso, é interessante que o espaço disponibilize saquinhos, lixeiras e placas, para orientar os donos a recolherem a sujeira deixada pelos animais.

 

 

No que diz respeito à valorização no mercado imobiliário, condomínios que investem nesse tipo de espaço proporcionam um excelente argumento de venda para o público que tem animais de estimação. Uma pesquisa nos Estados Unidos indicou que, para os donos de pets, ter com um espaço adequado para os animais é o segundo item mais importante, na hora de decidir pela compra ou locação de um imóvel (ficando atrás apenas do preço). Ou seja, trata-se de um grande diferencial, já que, cada vez mais, as pessoas procuram por opções de moradia pet friendly. Afinal, para quem pensa no bem-estar de seu bichinho, não basta que os condomínios apenas permitam ter pets, mas que ofereçam áreas voltadas especificamente para eles.

 

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